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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

E agora?

Com a aproximação do fim da minha jornada enquanto estudante, começa a desabrochar aquela ansiedade do " o que virá a seguir?", "será que vou ser uma boa profissional?", "será que vou encontrar trabalho na área?". Agora percebo o stress de que me falavam colegas que já terminaram o curso.  É uma certa insegurança misturada com medo e ansiedade. O que é certo é que durante estes 4 anos não pensei muito à cerca do que viria depois de tudo isto... apenas fazia as cadeiras, para acabar isto o mais rápido possível mas apercebo-me que não se resume só a despachar o curso.
 Mete medo, muito medo o mundo lá fora, e a expectativa do que virá a seguir esta sempre presente no pensamento,  porque parecendo que não, estive com a cabeça ocupada e "protegida" durante este tempo todo e assusta-me o facto de não arranjar logo trabalho, de ficar parada e estagnada. 
A ver vamos... o que é certo é que sou finalista e estou a terminar uma fase da minha vida muito importante, rica em vivências e experiências. Valeu a pena o esforço.

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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Há momentos...

Há momentos e situações em que o olhar comunica mais que as palavras, isso também é intimidade. Creio que sou capaz de dizer muitas cosas sem falar, é o outro que também tem de compreender e de saber interpretar. Quando se estabelece essa relação de intimidade e de amizade, não é necessário falar. (...) Frequentemente é melhor não o fazer porque as palavras estão muito gastas.

António Lobo Antunes

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Vivendo e aprendendo

Já escrevi sobre este tema, mas é incrível, porque só vivenciando é que se entende.

Por vezes pensamos que certa atitude , certa decisão vai mudar a nossa vida para sempre em prol da nossa felicidade e que isso vai  tirar toda a  angustia e tristeza de nós, pensamos que é a salvação,mas a verdade é que apesar dessa atitude ou decisão com o fim de sermos felizes não é a resposta pra todos os nossos problemas.. eles continuam lá a assombrar-nos. Cabe-nos saber dar passo por passo, tentar ser melhor todos os dias e procurar outros motivos para sermos felizes. Fácil não é? Claro que não é fácil... todos nós queremos ser felizes com nós próprios, com os que nos rodeiam... é difícil mas não impossível. A verdade é que tento buscar nas pequenas coisas a simplicidade de ser feliz e contentar-me com isso porque as grandes ainda estão por conquistar.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Na teoria é tudo muito bonito

Viver sem fingir... será possível? Passo os dias a fingir que as coisas na minha vida vão progredir e que melhores dias virão.. se não fingir dou em maluca.
Amar sem depender? Esta deu-me vontade de rir... se o nosso coração está nas mãos de outra pessoa como não podemos depender dela?
Ouvir sem se defender... sim, deve ser... ouvir tudo e mais alguma coisa e ficar calada! Só um surdo consegue.
Falar sem ofender... Impossível não ofender susceptibilidades por não se concordar com algo...
Isto é tudo muito lindo na teoria, agora ponham na pratica e vejam como acabam num boneco sem sentimentos e impulsos!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Relógio

Se todos nós nascêssemos com um relógio com o tempo que teríamos de vida... será que aproveitaríamos melhor o tempo? Será que não o desperdiçaríamos com coisas inúteis?

sábado, 3 de maio de 2014

Impossível

"Impossível é apenas uma grande palavra usada por gente fraca que prefere viver no mundo como está, em vez de usar o poder que tem para mudá-lo.
Impossível não é um fato, é uma opinião.
Impossível não é uma declaração, é um desafio.
Impossível é hipotético.
Impossível é temporário" - Mohamed Ali


 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Coisa mais cliché

Hoje e dia dos namorados e antes de começar aqui a disparatar, vou já felicitar os pombinhos que o festejam, que se divirtam e namorem muito. Mas nem é deles que venho falar. Sinceramente, eu não compactuo com esses golpes de marketing da sociedade capitalista. Estas datas nada são, mais do que uma forma de as pessoas gastarem dinheiro. Dias dos namorados, dia do pai, da mãe,do cão, do gato.... é tudo com o mesmo fim.
Neste dia parece toda a gente esta desesperada para ter alguém, porque se estiver sozinha cai uma depressão profunda.

"ai... as minhas amigas vão todas jantar com os namorados a um restaurante e eu estou aqui sozinha!", "ai... acabei de ver o presente que o namorado da Joana lhe ofereceu... e eu aqui abandonada"

Móss! Cala-te a boca!
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 Irritam-me essas pessoas que se queixam que estão solteiras no dia de São Valentim, primeiro porque é um dia como qualquer outro, segundo demonstram o quão carentes, inseguras são. Além disso normalmente essas pessoas precisam de outras para dizerem que são completamente felizes.
A felicidade não pode estar focada, centralizada somente na cara metade, porque quando a relação acaba, ficamos sem chão, sem razão de viver...porque apenas acordávamos para ser daquela pessoa, por isso há que explorar outras coisas que nos proporcionem bons momentos sem namorados.
Nunca festejei o dia de São Valentim, xD também porque nenhum durou até a data, mas sendo eu uma solteira minimamente bem com a vida, não tenho qualquer necessidade de andar ai pelos cantos a fazer figuras tristes só porque não tenho namorado. Então aqui fica um bem haja aos que preferem estar sozinhos do que mal acompanhados e aos casais que preferem guardar as celebrações para um dia que tenha realmente um significado! 

PS: as coisas mais inesperadas são as mais românticas, não esperem o dia de S. Valentim para levarem a cara metade a jantar fora e dizer "amo-te"


O meu dia vai ser óptimo... sofá, mantas, café e filmes!

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Precisa-se de loucos

Precisam-se de loucos... loucos uns pelos outros
Loucos de amor e paixão,capazes de fazer este mundo um lugar melhor
Precisam-se de loucos que com eles tragam alegria e gargalhadas.
Loucos que oiçam o coração
Loucos que percam a razão!
Precisamos de loucos que não tenham medo de sentir as gotas de chuva no rosto que quebrem paradigmas e as cercas que não nos deixam fluir.
Loucos que não tenham medo e arrisquem
Loucos que sonhem alto e tornem seus sonhos em realidade!
by: P.

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Deixem as crianças serem crianças!

Toddlers and Tiaras é o programa mais estúpido, infeliz e sem conteúdo que a alguma vez vi. Basicamente aquilo são meninas desde os 2 anos até aos 10 que participam num concurso de beleza para ganhar dinheiro. Usam desde pestanas falsas, unhas postiças, bronzeadores artificiais, extensões de cabelo, roupas provocantes a maquilhagem excessiva. Vi aquilo por pouco tempo porque estava-me a fazer confusão ao Tico e Teco. Deu-me uma raiva ao ver uma criança de 3 anos que gritava porque não queria colocar as pestanas que a mãe insistia em colocar, depois disso ainda levou um spray para a pele ficar mais escura.  Assustam-me aqueles pais (se é assim que se pode chamar àquelas figuras) que deixam e obrigam as filhas a terem imagem distorcida da beleza. No meu ponto de vista, isto não é mais do easy money para as mamãs e os papás que sacrificam o que de mais puro há numa criança, tornando-as sedentas por fama e tapetes vermelhos, enquanto deviam de estar a brincar com os legos!
Ora fiquem aqui umas imagens




Isto é uma ameaça para o desenvolvimento de uma criança, além de que projecta uma imagem de sexualização infantil. Sim, depois os pais choram que há por aí pedófilos que querem raptar as filhas.
Sabemos muito bem que no mundo da publicidade usam a sexualidade para promover até uma pasta de dentes, mas agora usarem crianças para esse fim, incentivarem a seguir as tendências de moda de mulheres adultas? Que tipo de pais são estes? O papel deles nesta fase é importantíssimo para garantir uma infância  segura e estável. A realidade destas crianças é vestidos, maquilhagens, saltos altos e futilidades. Porque não deixa-las ser o que elas são? Eu cá ralei  os joelhos , joguei às escondidas e à apanhada, saltava à corda , via desenhos animados, chegava a casa cheia de nódoas negras de cair a andar na trotinete e na bicicleta e fazia colecções de cromos, era mesmo Maria rapaz como podem ver


Tive uma infância mesmo feliz... Podem não acreditar mas apenas comecei a maquilhar-me aos 18 anos! Hoje em dia as miúdas só querem é roupa, dinheiro, telemóveis e namorados! Eu vejo isso pela minha irmã que tem 13. No outro dia quase me parou o coração, quando vi no facebook dela " Numa relação séria"! Querem crescer rápido demais e não sabem o quão preciosa é essa fase da vida.

Quando for mãe, vou fazer de tudo para proporcionar uma infância saudável, como eu tive! 


sábado, 26 de janeiro de 2013

O meu espaço

Não vou mentir, custou-me  quando saí da minha casa para morar em Silves com a minha madrinha. Assim que a semana acabava eu ansiava logo em ir para a minha cidade, estar com os meus amigos e com a minha família. Depois saí da casa da minha madrinha e fui morar numa quinta, onde divido casa com 2 colegas. E o que tenho me apercebido ao longo do tempo é que não me sinto bem quando regresso à casa dos meus pais. Sinto-me uma intrusa, que aquele espaço já não é o meu. Nem consigo dormir bem quando fico no meu quarto.
Aos poucos fui conquistando a minha independência e quando falo de independência .. é a nível pessoal, de ser desenrascada, de lidar com os meus problemas sozinha porque independência económica é miragem! Sendo que são os meus pais que me pagam os estudos. Mas tirando isso, sempre fui uma rapariga muito madura, autónoma  para a minha idade e por isso a minha adaptação a esta fase da minha vida não foi muito atribulada. Gosto de viver com as minhas  colegas, de arrumar o meu quarto quando me dá na real gana, de juntar a malta e fazer uma valente jantarada, de ficar sozinha, de não ter de ser mandada a fazer isto ou aquilo porque é meu dever...Também gosto de fazer as minhas lidas da casa, lavar, limpar, arrumar as coisas como eu gosto ... É diferente! Tenho a minha privacidade, o meu cantinho e o meu mundo. Sei que daqui a dois anos, se tudo correr nos conformes, vou terminar o meu curso e possivelmente voltar por tempo indeterminado para a casa dos papás, porque arranjar trabalho não vai ser fácil, e isso na verdade assusta-me bastante.
Não que eu queira abandonar o meu núcleo familiar, longe disso! Apenas comecei a ter uma visão mais aprofundada dos meus projectos de vida e viver até aos 30 anos na casa dos meus pais não faz parte deles.
Esta minha reflexão introspectiva, começou ontem quando vi a ficha de inscrição para Erasmus. Estou mesmo tentada a fazer o meu curso noutro país da Europa como Espanha, Suíça, Itália... por aí fora, não só para enriquecer o meu curriculum, mas para ganhar novas experiências de vida! Já fui procurar um part-time esta semana, para começar a folgar mais os meus pais das despesas e conseguir fazer cursos de línguas, aperfeiçoar o meu inglês, e quem sabe aprender italiano que tanto gosto.
Agora é só rezar para que seja chamada... porque estudar e trabalhar ao mesmo tempo, não é uma coisa que me seja estranha!  Só preciso de uma pitadinha de sorte.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Ontem foi história, amanhã é um mistério, mas hoje, hoje é uma dádiva. Por isso é que lhe chamamos o Presente!
by: tartaruga do Panda do Kung Fu

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Estupidez humana

Todo o ser humano é estúpido. E o maior erro de Deus foi dar inteligência a quem não a sabe usar!
Vejamos, todos nós sabemos que fumar, beber e comer em excesso, ter relações sem protecção, usar drogas pode-nos levar a situações nada agradáveis. Conhecemos os perigos e as consequências! Mas porque é que continuamos com os mesmos erros? De que nos serve tanta informação se não a usamos na prática? É por isso que digo que o ser humano é estúpido, pois mesmo sabendo que aquilo não lhe faz bem, ele faz. O destino de uma criança assim que dá o primeiro suspiro é igual para todo o mundo... morrer! Mas porque temos tendência de acelarar esse processo?
Talvez, não seja algo ligado com a inteligência mas com as emoções e sensação de prazer extrema que nos leva á decadência!









domingo, 21 de agosto de 2011

As quatro leis da Índia



A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“.
Nin...guém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.
Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“.
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“.
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.
 
 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Numa conversa...

Como era costume, eu e a minha querida tia, faziamos caminhadas pelos espaços verdes de Vilamoura, conversa vai e conversa vem, veio á báila o tema " José Castelo Branco"



"- Ah... o que é que aquela coisa é? É homem, mas veste-se e maquilha-se como mulher, tem um filho,é casado com a Betty e  gosta  de homens!Anda só com malas de marca... o que aquilo é?"

Se há coisa que agradeço a Deus é o simples facto de eu não ser uma pessoa preconceituosa... sorri e apenas respondi:
" - Tia... o que ele é? Ele é feliz... vê: veste o que quer, é casado com a mulher que diz ser a sua alma gemêa, tem um filho que adora, viaja para todo o lado, é rico e simplesmente não liga para o que os outros falam sobre a sua vida. O Castelo Branco ... é uma pessoa feliz. Quem me dera a mim ter dinheiro pra vestir o que quero... o simples facto de ele PODER já causa uma inveja e um ódio imenso. Invejam-no por não serem felizes, por não estarem bem com o seu "EU".

Eu o admiro! Adoro todo aquele lado espalhafatoso e excêntrico que tão bem conhecemos no "Zé". Rio muito ás custas das suas manias. Simplesmente está a ser verdadeiro a si mesmo.  Não importa o que dizem o que falam, o que pensam... ele nunca perde a pose!
O mundo é feito para todos.... e nele todos temos a chance de sermos felizes! Uns conseguem e outros apenas invejam!

sábado, 23 de julho de 2011

Não tenhas medo

Não tenhas medo! Sê fiel á tua natureza, ao teu instinto. Assume o que és, o que defendes, no que acreditas! Torna-te diferente no mundo dos iguais e quebra as regras! Acima de tudo... sê feliz contigo mesmo!
by: Patrícia

domingo, 3 de julho de 2011

Domingos...

Nunca gostei dos domingos, e continuo a não gostar.
Para uns é descanço, diversão, um dia para gastar com a familia, mas para mim é um tédio.
Lembro-me de ser criança, e muitas das vezes acordar as 6 da manhã e ir para a casa da minha avó, enquanto os meus pais trabalhavam. As boas recordações que tenho de infância remetem-me á casa da minha avó. Ela cuidava de crianças e eu tinha muitos amigos lá, brincava com eles e com minhas primas. Porém nos domingos, as crianças ficavam com seus pais e toda a gente ia passear... menos eu! Minhas primas iam à praia, porém eu ficava lá. Parecia que o mundo estava contra mim nesse dia. Invés de dar os meus desenhos animados preferidos á hora costumeira passava a missa.... -.-'
ERA DE ACABAR...
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Já não bastava ter de ficar sozinha e ainda ter de ver a ... MISSA? Image and video hosting by TinyPic
E o único programa que gostava de ver na companhia da avó Juliana era "BBC Vida Selvagem".
Parece que foi ontem... recordo-me que quando chegava ás 6 da manhã procurava pela "Estrelita" a gatinha que era minha companhia nesses enfadonhos domingos. Procurava por ela em toda a casa e só voltava a dormir quando a encontrasse e aninhasse nos meus braços.
Hoje já tenho quase 20 anos, e continuo a não gostar desse dia.